Base Missionária Rio JacundaíILHA DE MARAJÓ — PA Doar agora

Campanha · Ilha de Marajó — Pará

Aqui, não existem estradas. Existem rios — e famílias esperando para serem alcançadas.

Antônio e Iara são missionários no Marajó, onde o rio é a principal estrada para chegar às famílias. Hoje eles viajam de barco e rabeta — e os trajetos são longos. Ajude a comprar a voadeira que leva a missão mais longe.

Em breve

Vídeo em brevea história narrada por Iara e Antônio

Arrecadado até agora
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0 doadores já contribuíram · faltam R$ 66.000 para a voadeira

E se a emergência fosse do outro lado do rio?

Duas realidades, um mesmo país. Para quem vive em cidade, o socorro está a um telefonema. Para quem vive no Marajó, ele está a um barco de distância.

Na sua cidade

  • Você liga para a ambulância — e ela chega em minutos.
  • O hospital está a alguns quarteirões de distância.
  • Se uma cobra picar alguém, há soro e médicos por perto.

No Rio Jacundaí

  • Não existem estradas — o rio é o caminho de tudo.
  • O socorro, a escola e o mercado chegam por água.
  • Uma picada de cobra só é tratada se houver barco para atravessar.

Para a família que serve no Marajó, essas duas realidades são a mesma vida — todos os dias.

Uma família que escolheu o meio do rio

Somos Iara e Antônio — a família Antoniara. Ela é pedagoga; ele, teólogo e professor de hermenêutica. Como missionários da Associação Missionária Campos Brancos, moramos na Ilha de Marajó, onde fundamos a Base Missionária Rio Jacundaí.

Na base, atendemos crianças com reforço escolar, ensinamos a Palavra e apoiamos as famílias das comunidades ribeirinhas. Tudo o que chega até aqui — caderno, remédio, alimento — chega pelo rio.

Iara · pedagoga Antônio · teólogo e professor Missão da AMCB
Antônio remando no rio Jacundaí
Antônio com crianças na canoa, na margem do rio
No píer junto ao barco

O rio é a estrada. E as viagens são longas.

No Marajó, um barco não é lazer: é transporte de tudo. É nele que a família leva material escolar para a base, visita as comunidades e busca atendimento médico. Hoje, Antônio e Iara contam com um barco e uma rabeta — uma canoa de madeira com motor na popa, típica dos ribeirinhos.

O barco funciona bem, mas é lento. A rabeta precisa de manutenção no calafeto, que está se soltando. No verão, os longos percursos também significam muitas horas de exposição ao sol.

R$ 66.000meta da campanha 660 × R$ 100doadores fecham a meta
Barco de casco vermelho atracado no píer da base
O barco atual: funciona bem, mas é lento
Homem trabalhando no motor da rabeta junto ao píer
A rabeta: o calafeto está se soltando
Casal viajando de barco sob um guarda-sol florido
Horas de sol em cada trajeto

Uma voadeira leva a missão mais longe

A voadeira é uma embarcação leve e rápida, com casco de alumínio, motor de popa, cobertura e seis assentos — e cada doação ajuda a colocá-la no rio:

Crianças em atividade escolar na base

Crianças na escola

Menos horas de rio, mais tempo para as crianças do reforço escolar da base.

Grupo de crianças e adolescentes da comunidade reunido na base

Comunidades alcançadas

Comunidades mais distantes do Jacundaí ao alcance das visitas da missão.

Adultos na beira do píer junto ao barco

Socorro a tempo

Na emergência, uma embarcação rápida encurta o caminho até o atendimento médico.

Leve essa missão mais longe

Doação única, pelo valor que você escolher. PIX ou cartão de crédito.

Escolha o valor

Doação mínima: R$ 100.

Forma de pagamento

Pagamentos processados por Woovi (PIX) e Stripe (cartão)

“E como pregarão, se não forem enviados?”
Romanos 10:15 Sua doação envia. Obrigado por fazer parte dessa missão.